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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Marktest lançou 1ª vaga 2011 do Bareme Rádio

Segundo os resultados divulgados pela Marktes trelativos ao primeiro trimestre de 2011, a RFM, do Grupo r/com, mantém-se como a estação de rádio mais ouvida em Portugal, com um reach semanal de 29.5%, uma audiência acumulada de véspera de 14.6% e 23.6% de share de audiência.
A Rádio Comercial, do Grupo Media Capital Rádios, manteve a segunda posição alcançada no trimestre anterior, obtendo agora um reach semanal de 21.4%, uma audiência acumulada de véspera de 10.5% e 14.1% de share de audiência.
A Rádio Renascença manteve a terceira posição, com 18.3% de reach semanal, 8.6% de audiência acumulada de véspera e 11.7% de share de audiência.
A Cidade FM subiu ao quarto lugar, com 11.1% de reach semanal, 4.2% de audiência acumulada de véspera e 4.4% de share de audiência (consultar quadro).
Por Grupos de estações, o Grupo r/com assegurou 40.1% de share de audiência, com um reach semanal de 48.4% e 26.0% de audiência acumulada de véspera.
As estações do Grupo Media Capital Rádios registaram 25.7% de share de audiência, 35.8% de reach semanal e 18.5% de audiência acumulada de véspera.
As estações do Grupo RDP obtiveram 9.2% de share de audiência, um reach semanal de 16.9% e 7.8% de audiência acumulada de véspera.
A TSF obteve um share de audiência de 4.2%, com um reach semanal de 10.8% e 4.4% de audiência acumulada de véspera.

Clique na imagem para aumentar

A análise tem como base os resultados do primeiro trimestre de 2011 do estudo Bareme Rádio da Marktest, que analisa o comportamento dos residentes no Continente, com 15 e mais anos, relativamente ao meio rádio.Segundo os dados do Bareme Rádio, 80.3% dos residentes no Continente com 15 e mais anos contactaram com este meio pelo menos uma vez durante a semana (período de sete dias) e 57.8% ouviram rádio na véspera.

Fonte: marktest

terça-feira, 19 de abril de 2011

Sam the Kid e Tó Trips têm programa semanal na Vodafone FM

A estação de rádio Vodafone FM lançou recentemente dois novos programas semanais da responsabilidade do rapper Sam the Kid e do guitarrista Tó Trips (Dead Combo/Lulu Blind). 
"Flawless Rádio" – programa sobre hip-hop nacional e internacional – e "Eléctrica" – focado no melhor do rock ‘n’ roll -, são os respectivos programas destes músicos nacionais.

Da responsabilidade de Sam the Kid, Flawless Rádio passa todas as terças-feiras às 22h, com repetição às 17h de domingo; por seu turno, Eléctrica, de Tó Trips, passa às quartas-feiras, às 22h, com repetição ao sábado, às 17h.

Fonte: briefing

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Rádio Energia já está no ar!!

Para assinalar o 20º aniversário da sua fundação, a Rádio Energia, actualmente extinta, volta a estar no ar nos dias 15, 16 e 17 de Abril com a mesma equipa que lançou o projecto em 1991.

Nuno Santos (director de informação da RTP), Paulo Bastos(editor da TV24), Augusto Seabra (voz off da SIC), Miguel Quintão (Antena 3),Mónica Mendes (Antena 3), Jose Marinõ (director musical da RDP), Augusto Fernandes (Antena 1), Paulo José (voz off da TVI), José Coimbra (animador do Café da Manhã da RFM) e Vanda Miranda (animadora do programa da manhã da Rádio Comercial), entre outros nomes bem conhecidos do panorama audiovisual português, vão juntar-se de novo para realizarem uma emissão da Rádio Energia durante um fim-de-semana, que começa no dia 15 às 07h00 e termina no dia 17 às24h00.
A emissão promete reviver toda a emoção de uma estação que marcou uma geração de ouvintes e profissionais de rádio, já que os conteúdos dos dias 15, 16 serão uma recriação dos conteúdos da época áurea da Rádio Energia nos anos 91-93. A juntar-se a esta acção vão ter lugar dois eventos: “A Energia Pop Rock” na noite de 15 de Abril e a “Energia Dance Music” na noite de16 de Abril, com transmissão na rádio 105.4Cascais e aqui.



Pagina oficial no Facebook http://www.facebook.com/radioenergia2.0

quinta-feira, 14 de abril de 2011

RTP pede "suspensão temporária" da RDP Internacional em Onda Curta

A RTP pediu ao Governo a "suspensão temporária" das emissões da RDP Internacional em Onda Curta após uma avaliação devido ao reduzido número de ouvintes e aos custos acrescidos, disse à Lusa fonte oficial da empresa. 
"A análise teve por base vários factores: o cada vez menor número de ouvintes servidos por esta plataforma de distribuição, os custos acrescidos dos últimos anos e o aumento das necessidades de investimento", afirmou a mesma fonte, acrescentando que "as estações de Onda Curta estão velhas e a precisar de substituição".
Por outro lado, prosseguiu, "as emissões da RDP Internacional podem ser asseguradas alternativamente através de satélite, cabo ou DTH e Internet, com menores custos e maior qualidade, servindo a esmagadora maioria" dos ouvintes da RDP Internacional.
"Por estas razões, a RTP pediu à tutela a suspensão temporária das emissões da RDP Internacional em Onda Curta, para posterior avaliação das consequências da decisão", referiu a fonte oficial da RTP, ressalvando que a suspensão não tem ainda data marcada "por serem necessários procedimentos de consulta prévia" à Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom).
"Só no final do prazo da suspensão provisória será feita uma avaliação das consequências da mesma e tomada uma decisão definitiva", adiantou, lembrando que "vários operadores internacionais têm optado" nos últimos anos "pelo fim ou diminuição das emissões de Onda Curta".
Itália, Holanda, Inglaterra e Alemanha são países que tomaram medidas nesse sentido, apontou a fonte à Lusa.

Em rádio, a Onda Curta corresponde à transmissão que cobra uma distância mais longa.

Fonte: briefing

terça-feira, 5 de abril de 2011

Rádio Energia volta a estar no ar para comemorar 20º aniversário

A Rádio Energia, actualmente extinta, vai voltar a estar no ar entre 15 a 17 de Abril, de modo a assinalar o seu 20º aniversário. Esta emissão de fim-de-semana terá início às 7h do dia 15 terminando apenas às 24h do dia 17. 


Nuno Santos (director de informação da RTP), Paulo Bastos (editor da TVI 24), Augusto Seabra (voz off da Sic), Miguel Quintão (Antena 3), Mónica Mendes (Antena 3), José Mariño (director musical da RDP), Augusto Fernandes (Antena 1), Paulo José (off voz da TVI), José Coimbra (animador do Café da Manhã da RFM) e Vanda Miranda (animadora do programa da manhã da Rádio Comercial) são alguns dos nomes que se juntarão para realizarem uma emissão da Rádio Energia.

Nos dias 15 e 16 haverá uma recriação dos conteúdos da época áurea da Rádio Energia nos anos 91-93. A juntar-se a esta acção vão ter lugar dois eventos. “A Energia Pop Rock” na noite de 15 de Abril e “Energia Dance Music” na noite de 16 de Abril, com transmissão em directo na rádio 105.4 Cascais e online via Myway.pt.

Fonte: briefing

quarta-feira, 23 de março de 2011

Audiências de rádio: todos diferentes?

Um dos indicadores disponíveis no Anuário de Media e Publicidade 2010 diz respeito à audiência acumulada de véspera por períodos horários.


A curva diária deste indicador assume a forma de "duas bossas", com as audiências a mostrarem-se muito baixas no período da madrugada, a subir gradualmente entre as 6h e as 10h, baixando depois a partir das 12. A segunda "bossa" começa a desenhar-se depois desta hora mas o seu pico já não atinge os valores da manhã. A partir das 19h30m regista-se o seu declínio. O valor máximo (em períodos de 15 minutos) é observado entre as 9h e as 9h15m, quando 15.1% do universo está a escutar rádio (referência: ouviu na véspera).

Mas uma análise segundo a idade dos indivíduos permite observar hábitos muito diferentes de contacto com este meio. Os gráficos que mostramos permitem verificar estruturas muito diversas.







Os mais jovens (dos 15 aos 17 anos) registam quase sempre valores abaixo da média, com um pico muito evidente pelas 8h, quando 10.0% ouve rádio.

Entre os 18 e os 24 anos o hábito de ouvir rádio ultrapassa os valores médios pela tarde, registando este grupo o seu máximo entre as 18h e as 18h15m, com 16.8% de audiência acumulada de véspera.

Os indivíduos dos 25 aos 34 anos são os que apresentam maior consumo de rádio. A sua curva de audiência segue a tendência geral, embora com valores superiores. Atinge um máximo de 22.4% de audiência acumulada de véspera entre as 11h e as 11h15m e entre as 16h45m e as 17h.

Finalmente, refira-se o caso oposto, os mais idosos (com mais de 64 anos), que apresentam o menor consumo deste meio e evidenciam um hábito muito diverso da média. É de realçar o pico muito significativo que se regista entre as 18h30m e as 18h45m, quando 7.5% destes indivíduos ouve rádio, embora o máximo se observe entre as 8h e as 8h15m, com 8.6% de audiência acumulada de véspera.

Fonte: marktest

segunda-feira, 14 de março de 2011

Dolce Vita e RFM lançam passatempo para o Dia do Pai

A RFM e os Centros Comerciais Dolce Vita vão convidar os ouvintes a partilhar diariamente a história mais original ligada ao Dia do Pai. O testemunho vencedor será premiado com cheques-prenda Dolce Vita, no valor de 500 euros.Para participar no passatempo, a decorrer até dia 18 de Março, basta enviar um SMS para o número 68955 ou um e-mail para cafedamanha@rfm.pt.


Ao longo de cinco dias, em directo do programa matinal Café da Manhã, emitido entre as 8h e as 9h, os apresentadores Carla Rocha e José Coimbra vão ouvir os vários concorrentes e, posteriormente, seleccionar a história que mais os surpreendeu.

O regulamento pode ser consultado no site da rádio.

Fonte: briefing

quarta-feira, 9 de março de 2011

Vodafone FM apresenta animadores e lança passatempo para jingles

Raquel Louçã e Joaquim Quadros são os seleccionados, entre mais de mil candidatos, para animadores da Vodafone FM. Os locutores vão partilhar a nova música portuguesa e estrangeira, todos os dias, entre as 8h e as 13h e entre as 17h e as 22h, respectivamente. 

Para Raquel Louçã, de 29 anos, a sua entrada para a Vodafone FM “é um casamento perfeito” e “não poderia estar mais entusiasmada”. A animadora é apreciadora de rádio e música desde há muito e considera a Vodafone FM um grande desafio e uma excelente oportunidade para partilhar e continuar a acompanhar as últimas tendências musicais.

Já a voz masculina, Joaquim Quadros, de 23 anos, descreve-se como “um comum cidadão lisboeta que está a acabar o curso de Comunicação Social, totalmente caído por música, que gosta de viver e ambicionava trabalhar na área da rádio”. Para o animador, a Vodafone FM tem música nova e um posicionamento completamente diferente e inovador, o que justifica todo o seu empenho na estação.

O Vodafone FM, de forma a manter a interactividade com o seu público, lança agora um passatempo, a decorrer até 18 de Março: “Faz o teu jingle”. Nele, os ouvintes poderão participar com as suas propostas de jingle para a estação de rádio.

Para participar, os interessados devem propor um jingle no site da nova rádio, com um texto até 160 caracteres. Os jingles mais criativos serão gravados, emitidos em antena pela Vodafone FM e serão parte integrante da programação da estação.

Fonte: briefing

terça-feira, 1 de março de 2011

Entrevista a Alexandrina Guerreiro, a propósito dos 23 anos da TSF



Alexandrina Guerreiro entrou na TSF no ano em que a estação foi legalizada (1989) e numa altura em que os sonoplastas eram "malabaristas" com destreza física. Actualmente é coordenadora da pós-produção áudio, um departamento que só ganhou autonomia em 1992 e que introduz os ouvintes em viagens de emoções. Em entrevista a propósito do 23.º aniversário da TSF, Alexandrina Guerreiro, que é também formadora no Cenjor e na ETIC, explica ainda como se fazem coreografias na rádio e recorda "A Mosca".


Como é que nascem as músicas da TSF, como as aberturas dos noticiários?

A abertura do noticiário é anterior à minha entrada na TSF, foi escolhida pelo Emídio Rangel [fundador da TSF] e pelos técnicos na altura. O que fizemos foi, ao longo de 20 anos, tentar manter, estilizando, aquela sonoridade que ainda hoje temos no ar. Quanto às músicas que servem de base aos jingles(mensagem publicitária musicada) da TSF, no início, e tendo em conta que éramos uma rádio pequenina e local, trabalhávamos muito com música nossa. Eu e colegas meus íamos a uma discoteca muito pequenina no Bairro Alto que tinha coisas alternativas, entenda-se música comercial porque na altura não se falava em música de colecção para sonoplastia. Escolhíamos coisas muito out, que supostamente ninguém ouvia, e trabalhávamos com bandas sonoras de filmes, tirando pedaços daquilo. Naquela altura, a sonoplastia (comunicação através do som) era bem mais complicada.

Se a rádio fosse uma peça de teatro, o sonoplasta seria o narrador ou o cenografista?

Narrador não, mas talvez o coreógrafo.

Porquê?

Porque, na maior parte das vezes, quando o trabalho do sonoplasta é bem feito consegue uma harmonia muito equilibrada entre o narrador - o jornalista ou a própria informação - e a estética, para que esta seja o mais cuidada possível e não crie ruído a quem está a ouvir.


Alexandrina Guerreiro a trabalhar sons


Numa sociedade em que o "o ver para crer" assume tanta importância, torna-se um desafio construir uma imagem através de sons?

Sim, diria que a rádio é o órgão de comunicação social mais difícil.

Porque exige imaginação?

Sim, também, e porque temos que recriar situações, não só no lado da informação. O repórter de televisão não precisa de ser muito descritivo, porque tem a imagem como suporte, enquanto o repórter de rádio é os olhos do ouvinte. Do lado da sonoplastia, recriar ambientes em rádio às vezes é muito complicado. A ideia é transportarmos as pessoas para o ambiente que nós lhe queremos dar, seja de tristeza, de optimismo, de paixão. Essas emoções são transmitidas não só pela escolha da música, mas também pelos próprios ambientes que conseguimos recriar, tendo em conta o assunto que estamos a tratar naturalmente.

Há quem diga que o recurso a sonorizações ou efeitos especiais pode ser perigoso em jornalismo. Como é que se posiciona entre a objectividade e a criatividade para atrair os ouvintes?

Na TSF, fazemos uma espécie de barreira. O sonoplasta só entra fora dos noticiários, ou seja, na estética toda da antena e nas reportagens. Acho que não corremos grandes riscos. Mas a pergunta é pertinente. Hoje em dia é muito fácil manipular a emoção de quem nos está a ouvir com a quantidade degadgets que temos ao alcance. Nós aqui ainda trabalhamos de uma forma muito purista. Utilizando uma máxima que surgiu com a Internet, "o menos é mais". Temos balizas muito rígidas na TSF, na escolha musical para os jingles, indicativos de estação e spots promocionais da própria rádio, por exemplo. Tem a ver sobretudo com a filosofia da estação e com o facto de trabalharmos informação.

É necessário então mais objectividade e menos criatividade?

Se calhar a criatividade aqui torna-se ainda mais complicada e exigente, porque estamos condicionados. Temos de ser criativos, mas com barreiras e isso nem sempre é fácil.

Software de trabalho dos sonoplastas da TSF


Lembra-se de algum jingle da TSF que se tenha destacado pela positiva ou pela negativa?

Recordo. Estive fora dois anos e quando regressei, em 2001, vinha cheia de "pica", como se diz na gíria, e fiz um jingle que ainda hoje é muito falado, "A Mosca". Peguei numa série de piadas de políticos na Assembleia da República e montei uma espécie de história. Foi arriscado, tendo em conta que a informação nem sempre nos permite grandes truques. Foi, de uma forma positiva, mostrar que a malta na Assembleia da República se diverte (risos). O jingle teve um feedback imenso e, no fundo, marcou o meu regresso.

Acaba por assimilar o mundo sobretudo através dos sons, à semelhança do que acontece aos realizadores que não conseguem ver filmes sem se colocarem atrás das câmaras?

Sim, constantemente. Até ouço a música comercial de forma diferente. Penso coisas tão parvas como "isto podia levar aqui um corte (risos), porque a introdução é enorme e chateia". Já me aconteceu imensas vezes ir de férias para uma zona com sons fantásticos e pensar durante o tempo todo: "bolas, podia ter trazido o gravador".

É uma pessoa mais rica por reparar com mais atenção nos sons à sua volta?

Claro, antes não tinha sequer qualquer predisposição para isso. Não é ser mais rica, às vezes acaba por ser mais um defeito profissional, que é não conseguir ouvir as coisas da forma como as outras pessoas ouvem. Acho que isso acontece com toda a gente ligada à comunicação.


Alexandrina Guerreiro durante a entrevista


Porque é que se fala em livraria de sons e não em discografia?

É um estrangeirismo (library). Na gíria adaptámos essa palavra para falar da música de colecção.

Pode resumir as evoluções tecnológicas que se registaram na pós-produção desde que entrou no meio?

Foram brutais. Não diria que as gerações mais novas têm a vida facilitada, mas é diferente. Hoje [na era digital, que substituiu a analógica], posso colocar num software a quantidade de sons que me apetecer e fazer uma montagem com 20 sons ao mesmo tempo. Antigamente não, trabalhávamos com bobinas, muitíssimo condicionadas em termos técnicos. Há ainda outra grande diferença. Antes era preciso ter destreza física e mental para trabalhar, porque não era fácil.

Por causa do peso do equipamento?

Os equipamentos eram máquinas grandes. Imagine que está a gravar numdeck de cassetes e tem três bobinas a rodar ao mesmo tempo, todas elas a debitar som, e ainda uma mesa de mistura onde passa tudo aquilo. Era preciso uma concentração brutal e repetia-se imensas vezes. Hoje em dia o céu é o limite e um bom sonoplasta é definido pela capacidade de criação. Antigamente, alguém que tivesse uma boa destreza física e fizesse uns malabarismos (risos) com as bobinas era um tipo interessante para trabalhar na rádio, ainda que a parte áudio também contasse.


Computador ao lado de gravador de bobinas


No futuro poderá o jornalista fazer a pós-produção áudio ou o sucesso da rádio estará muito dependente deste departamento criativo?

Há alguns jornalistas que têm jeito e vontade de trabalhar na pós-produção. A rádio divide-se em duas grandes áreas: a sonoplastia e a edição pura e dura. O repórter capta um som e tem capacidade para editá-lo e disponibilizá-lo. Já a sonoplastia implica tempo, porque quanto mais pequeno e apurado é o trabalho mais tempo demoramos com ele. Além disso, não é por ter a idade que tenho, mas considero que a sonoplastia ganha muito com a experiência que vamos adquirindo ao longo dos anos, porque depois temos soluções na manga. O futuro é especializar pessoas nesta área. Já na edição, o futuro é o jornalista sair para a rua e fazer quase tudo.

Fonte: tsf

Terminaram emissões de rádio da BBC em português para África

As emissões de rádio da BBC em português para África terminaram na sexta-feira, na sequência de um plano de corte de custos anunciado há um mês. O último noticiário foi transmitido na sexta-feira, às 20:30 horas locais de Londres, com uma emissão especial, onde colaboradores e antigos colaboradores partilharam experiências e episódios. 

O serviço em português foi criado a 04 de Junho de 1939 e era dirigido inicialmente a Portugal e às respectivas colónias.
Depois da sua independência, a partir de 1975, os países africanos de expressão portuguesa passaram a ser o principal destino deste serviço.

O encerramento do serviço faz parte de um plano de poupanças no serviço mundial da BBC anunciado em 26 de Janeiro.
No total serão despedidos 650 funcionários.

Foi ainda determinado o encerramento das emissões de rádio em macedónio, albanês, sérvio e inglês para as Caraíbas.
Na sexta-feira terminaram também as emissões de rádio da BBC em espanhol para a América Latina.

Fonte: briefing
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